Apenas um "C"oração
separa
o pisar
do piscar
8.9.14
25.8.14
29.7.14
21.7.14
Frio
Quente
Seguiu a noite.
E a gente?
Silêncio e
Conversa
Roubaram-me as palavras
Com sua presença
Que força é essa
Que me atrai?
Trêmulo
Rígido
Por um lado divertido
Por outro meio frígido
Distante e
Bem próximo
Se fosse comum
Escorregaria como limo
Que atração é essa
Que me força a dizer
29.6.14
Sei que é dicotômico,
Mas é possível, sim,
Sentir medo daquilo
Que se deseja.
Sentir temor daquilo
Que se pretende amar.
Sim, eu te desenhei demais,
Com inúmeros detalhes
Que talvez nem os tenha.
Quem sabe pequei
Pelo excesso de expectativa
E pela total falta de atitude.
Desistir?
Desista você.
Eu não sou assim.
Mas é possível, sim,
Sentir medo daquilo
Que se deseja.
Sentir temor daquilo
Que se pretende amar.
Sim, eu te desenhei demais,
Com inúmeros detalhes
Que talvez nem os tenha.
Quem sabe pequei
Pelo excesso de expectativa
E pela total falta de atitude.
Desistir?
Desista você.
Eu não sou assim.
Ensaiar,
Ensaiar,
Ensaiar,
Ensaiar,
Ensaiar,
Ensaiar...
Nem sai ar.
Convertido em silêncio,
O encontro aconteceu.
Horas e horas,
Dias e dias,
E, mesmo assim, silêncio.
Nem na tentativa,
Nem para desmistificá-la,
Talvez eu quisesse
Apenas destruí-la aqui dentro,
Para reconstruir como pessoa.
Não o mito,
Não a projeção,
Não os devaneios mais comedidos.
Quebrar a expectativa,
Dilacerar o approaching
E apresentar o que posso oferecer,
Mesmo por vezes - Ilusão.
A fera que ali combatia
Era a fera que ali se defendia.
Perdido em assuntos que decorriam,
E como corriam,
Gestoso e boêmio,
A deixa havia passado.
Se fazer presente
Sem ser um enlatado.
Consumar a vontade
E não desvirtuar o caminho.
Ser interessante?
Oh, ser interessante!
Seus lábios sorrindo,
malditamente sorrindo.
Confrontando toda a nova abordagem.
Pele macia
Mas distante.
Pondo a prova a real vontade de te ter,
Não, não é carnal,
Não, também não é espiritual.
Mesmo que "algo" me faça admirá-la tanto.
É pessoal e mimético.
Mas o que é que tem tanto assim em você
Que me prende com tal veemência?
O que você tem
Que me torna seu sem ser minha?
Puxar o ar,
Comentar que...
Perguntar...
Afirmar...
O QUE DIZER?
Então comentar que...
Na próxima.
Se houver uma próxima.
Ensaiar,
Ensaiar,
Ensaiar,
Ensaiar,
Ensaiar...
Nem sai ar.
Convertido em silêncio,
O encontro aconteceu.
Horas e horas,
Dias e dias,
E, mesmo assim, silêncio.
Nem na tentativa,
Nem para desmistificá-la,
Talvez eu quisesse
Apenas destruí-la aqui dentro,
Para reconstruir como pessoa.
Não o mito,
Não a projeção,
Não os devaneios mais comedidos.
Quebrar a expectativa,
Dilacerar o approaching
E apresentar o que posso oferecer,
Mesmo por vezes - Ilusão.
A fera que ali combatia
Era a fera que ali se defendia.
Perdido em assuntos que decorriam,
E como corriam,
Gestoso e boêmio,
A deixa havia passado.
Se fazer presente
Sem ser um enlatado.
Consumar a vontade
E não desvirtuar o caminho.
Ser interessante?
Oh, ser interessante!
Seus lábios sorrindo,
malditamente sorrindo.
Confrontando toda a nova abordagem.
Pele macia
Mas distante.
Pondo a prova a real vontade de te ter,
Não, não é carnal,
Não, também não é espiritual.
Mesmo que "algo" me faça admirá-la tanto.
É pessoal e mimético.
Mas o que é que tem tanto assim em você
Que me prende com tal veemência?
O que você tem
Que me torna seu sem ser minha?
Puxar o ar,
Comentar que...
Perguntar...
Afirmar...
O QUE DIZER?
Então comentar que...
Na próxima.
Se houver uma próxima.
16.6.14
Ansioso em te conhecer,
Pensando em como deveria ser.
Subitamente, me invade uma imagem!
Pular a janela do segundo andar.
Dirigir na contramão.
Chacoalhar meus vidros e só pensar
No que eu faço com você.
Na minha cabeça surgem flashes de futuro do pretérito.
Futuro desconhecido de um passado desejado.
Quando não,
Um futuro desejado de um passado desconhecido.
Você, você, VOCÊ...
Procuro algo mais para minha cabeça pensar e suplico por nova imagem.
Mais uma vez você.
Me pergunto...
Por quê?
Lutar contra ou a favor
É uma ação irrelevante.
Outros fatores me levam a isso.
Mais uma vez, por quê?
Pensando em como deveria ser.
Subitamente, me invade uma imagem!
Pular a janela do segundo andar.
Dirigir na contramão.
Chacoalhar meus vidros e só pensar
No que eu faço com você.
Na minha cabeça surgem flashes de futuro do pretérito.
Futuro desconhecido de um passado desejado.
Quando não,
Um futuro desejado de um passado desconhecido.
Você, você, VOCÊ...
Procuro algo mais para minha cabeça pensar e suplico por nova imagem.
Mais uma vez você.
Me pergunto...
Por quê?
Lutar contra ou a favor
É uma ação irrelevante.
Outros fatores me levam a isso.
Mais uma vez, por quê?
10.6.14
Todos os dias ela olhava
Para o mesmo lugar,
Para as mesmas coisas,
Da mesma maneira,
Mesmo assim
Corriqueira.
Para o mesmo lugar,
Para as mesmas coisas,
Da mesma maneira,
Mesmo assim
Corriqueira.
Todos os dias ela vivenciava
Naquele lugar,
As mesmas coisas,
Com as mesmas pessoas
E as mesmas manias.
Só que, mesmo assim,
Contemplava.
Naquele lugar,
As mesmas coisas,
Com as mesmas pessoas
E as mesmas manias.
Só que, mesmo assim,
Contemplava.
Todos os dias ela desejava
Mudar de lugar,
Para ver outras coisas
E novas pessoas.
Assim,
Coexistindo.
Mudar de lugar,
Para ver outras coisas
E novas pessoas.
Assim,
Coexistindo.
Todos os dias pensei
Até que consegui.
Até que consegui.
19.5.14
Eu tinha um preço
Um valor que eu não sabia
Foi evitando que descobri
Nas palavras por quanto tentou me vender
Tal moeda desconhecida
O câmbio foi arbitrário
Mas você não conseguiu pagar
Então um pouco mais de você eu vou apagar.
Não se vende alguém!
Não se coloca preço em alguém!
É assim que se torna um ninguém!
Não é tudo que se pode comprar,
Não é mesmo?
Você não tinha esse valor, né?
Não conseguiu me comprar.
Não é tudo que está à venda.
Você vai me entender.
Até lá, eu vou me entreter.
Um valor que eu não sabia
Foi evitando que descobri
Nas palavras por quanto tentou me vender
Tal moeda desconhecida
O câmbio foi arbitrário
Mas você não conseguiu pagar
Então um pouco mais de você eu vou apagar.
Não se vende alguém!
Não se coloca preço em alguém!
É assim que se torna um ninguém!
Não é tudo que se pode comprar,
Não é mesmo?
Você não tinha esse valor, né?
Não conseguiu me comprar.
Não é tudo que está à venda.
Você vai me entender.
Até lá, eu vou me entreter.
10.5.14
Da janela avisto suas pernas
Não me preocupo com
Nenhuma amarra
O vão entre suas coxas
Tentação proeminente
Voltada para mim
Como se apontada
Pedisse bis.
Parece que me subjugam
Que me chamam e
Desejam
Ardente como uma luz vizinha.
Serotonina e adrenalina tentam
Tentam mas não corrompem,
A sacada com a porta aberta
Me convidam e
No apagar de suas luzes entendo,
Talvez não fosse para mim.
Seria uma rua que nos separa?
Seriam mundos equidistantes?
Sua nudez exaltada
Perturba a noite
É a facilidade que te
Mantém a essa distância
Longe
Mesmo que curiosa
Minha vontade se mantém íntegra
Pô pô pô por causa da ressonância que conheci
Ser, não, cumprir,
Ao menos com a promessa
Que me fiz
Não me preocupo com
Nenhuma amarra
O vão entre suas coxas
Tentação proeminente
Voltada para mim
Como se apontada
Pedisse bis.
Parece que me subjugam
Que me chamam e
Desejam
Ardente como uma luz vizinha.
Serotonina e adrenalina tentam
Tentam mas não corrompem,
A sacada com a porta aberta
Me convidam e
No apagar de suas luzes entendo,
Talvez não fosse para mim.
Seria uma rua que nos separa?
Seriam mundos equidistantes?
Sua nudez exaltada
Perturba a noite
É a facilidade que te
Mantém a essa distância
Longe
Mesmo que curiosa
Minha vontade se mantém íntegra
Pô pô pô por causa da ressonância que conheci
Ser, não, cumprir,
Ao menos com a promessa
Que me fiz
9.5.14
Prostrado em reverências,
atônito e intragável,
um gole de vinho branco
ou uma dose de whisky.
Vejo-o como um lorde,
escravocrata
de mentes vis
Décadas se passaram
entre silêncios
contradições e
fugas
Desmonta a imagem
que te fez
rei
Retrai a ambiguidade
quando ostenta
uma certeza
fajuta
Antítese
do carrasco
que se autodenomina
Alguém.
atônito e intragável,
um gole de vinho branco
ou uma dose de whisky.
Vejo-o como um lorde,
escravocrata
de mentes vis
Décadas se passaram
entre silêncios
contradições e
fugas
Desmonta a imagem
que te fez
rei
Retrai a ambiguidade
quando ostenta
uma certeza
fajuta
Antítese
do carrasco
que se autodenomina
Alguém.
30.4.14
Consumido por alguns pensamentos
E outros devaneios
Falácias
Perdido em alguns lisonjeios
Por vezes alheios
Ingênuo
Prostrados em pé
Por tempos inteiros
Perdemos
Consumo da imprudência
Cavalos esguios
Satisfazendo
Do cheiro de campo
À praia pequena
Te querendo
Fugaz e inevitável
É a orla em brisas
Só
Chuva e café
Companhia por hora
Traquejo
Surtido o efeito contrário
No telefonema molhado
Capricho
E a mensagem que fica
Na cabeça e não se escreve
Sem recompensa
Tentativa de outrora
Repassada no poema
Lembrança
Mais uma investida
Desta vez com coragem
Legitimidade
E outros devaneios
Falácias
Perdido em alguns lisonjeios
Por vezes alheios
Ingênuo
Prostrados em pé
Por tempos inteiros
Perdemos
Consumo da imprudência
Cavalos esguios
Satisfazendo
Do cheiro de campo
À praia pequena
Te querendo
Fugaz e inevitável
É a orla em brisas
Só
Chuva e café
Companhia por hora
Traquejo
Surtido o efeito contrário
No telefonema molhado
Capricho
E a mensagem que fica
Na cabeça e não se escreve
Sem recompensa
Tentativa de outrora
Repassada no poema
Lembrança
Mais uma investida
Desta vez com coragem
Legitimidade
28.4.14
Meu amigo, meu amado amigo,
não calibre sua perseverança
pela inconstância amizacional,
nem todos são como muitos já foram.
Quem sabe a distância seja um subterfúgio
ou talvez uma maratona a se correr sozinho.
Necessariamente encontramos pessoas assim:
levam um pouco de nós e deixam um pouco deles.
Sem dúvidas, nosso amado amigo Morcegônico
voltará e, para tal, a Confraria deve estar de pé.
Meu amigo, meu amado amigo,
o bater de nossas asas é individual,
nosso grito é supersônico e inaudível,
mas nossa presença é peculiar
tanto quanto vivermos em bando.
não calibre sua perseverança
pela inconstância amizacional,
nem todos são como muitos já foram.
Quem sabe a distância seja um subterfúgio
ou talvez uma maratona a se correr sozinho.
Necessariamente encontramos pessoas assim:
levam um pouco de nós e deixam um pouco deles.
Sem dúvidas, nosso amado amigo Morcegônico
voltará e, para tal, a Confraria deve estar de pé.
Meu amigo, meu amado amigo,
o bater de nossas asas é individual,
nosso grito é supersônico e inaudível,
mas nossa presença é peculiar
tanto quanto vivermos em bando.
24.4.14
Com um salto de segundos
Vai da semente à árvore frutífera
Do ovo ao pássaro em voo
A ideia que procura ser forma
Passa a ser uma forma distorcida da ideia
Mas se não houvesse essa ânsia
Nunca se concretizaria como forma
- em segundos um salto
Um trampolim
Uma fagulha
Algo já em movimento
Motivo para um fim e
Perspectiva de um novo começo
Retroalimentado como
Um moto-perpétuo
Ouroboros de proporções cotidianas
Vai da semente à árvore frutífera
Do ovo ao pássaro em voo
A ideia que procura ser forma
Passa a ser uma forma distorcida da ideia
Mas se não houvesse essa ânsia
Nunca se concretizaria como forma
- em segundos um salto
Um trampolim
Uma fagulha
Algo já em movimento
Motivo para um fim e
Perspectiva de um novo começo
Retroalimentado como
Um moto-perpétuo
Ouroboros de proporções cotidianas
A última página de um livro
Se funde com a primeira do próximo.
Se funde com a primeira do próximo.
12.4.14
É como se...
deitado em piscina de bolinhas
leve, leve desconforto, leve à mente,
flutuando em pequenos espaços de ar
levianamente
estivesse.
Pronto para despertar
o urso mais feroz em sua própria caverna.
Orgulho, egoísmo?
Oportunidades novas?
por isso, o medo...
por isso o medo?
Estivesse.
Seria o primeiro a dizer
teve sua chance,
se eu fosse.
Soaria como
pequenas pedrinhas no meio do cascalho
ou ego no seu egoísmo,
o detalhe entre o é e o foi
ou o e-a-r de
esteve, estava, estará?
Talvez falte uma resposta,
sua querida França
também é fria.
Censura ou liberdade de pensar?
Sugiro, venha e explore,
portanto Voltaire
ao menos a responder.
Como se
não soubesse que sou o que mais quer
e o que mais precisa.
Eu sei.
Flutuando na certeza,
abraçando o abismo,
se jogando nessa
Obscura coNtunDente e Arraigada
coisa do coração.
deitado em piscina de bolinhas
leve, leve desconforto, leve à mente,
flutuando em pequenos espaços de ar
levianamente
estivesse.
Pronto para despertar
o urso mais feroz em sua própria caverna.
Orgulho, egoísmo?
Oportunidades novas?
por isso, o medo...
por isso o medo?
Estivesse.
Seria o primeiro a dizer
teve sua chance,
se eu fosse.
Soaria como
pequenas pedrinhas no meio do cascalho
ou ego no seu egoísmo,
o detalhe entre o é e o foi
ou o e-a-r de
esteve, estava, estará?
Talvez falte uma resposta,
sua querida França
também é fria.
Censura ou liberdade de pensar?
Sugiro, venha e explore,
portanto Voltaire
ao menos a responder.
Como se
não soubesse que sou o que mais quer
e o que mais precisa.
Eu sei.
Flutuando na certeza,
abraçando o abismo,
se jogando nessa
Obscura coNtunDente e Arraigada
coisa do coração.
2.4.14
15.2.14
Essa Onda não vai passar,
eu me preparei pra ela.
Passei a rebentação,
enfrentei tubarões,
gritei com Poseidon.
Naufraguei em seis mares
e me levantei.
Subi no topo do mastro
quando em viagem me encontrei.
É com ela que vou fazer o regresso,
e novamente em terra firme,
onde é meu lugar,
pronto a tais encantos,
bondade,
carisma,
altruísmo,
todos devolvidos,
com a tal Onda
firmarei.
Por mil mensagens.
Apenas por ora.
eu me preparei pra ela.
Passei a rebentação,
enfrentei tubarões,
gritei com Poseidon.
Naufraguei em seis mares
e me levantei.
Subi no topo do mastro
quando em viagem me encontrei.
É com ela que vou fazer o regresso,
e novamente em terra firme,
onde é meu lugar,
pronto a tais encantos,
bondade,
carisma,
altruísmo,
todos devolvidos,
com a tal Onda
firmarei.
Por mil mensagens.
Apenas por ora.
Camisa amarrotada.
Por que é tão difícil?
Intimamente ligado,
como se preso estivesse.
Vinco, algodão.
Um número sem uma voz.
Algumas mensagens,
nada mais...
Convite...
Convite?
Convide!
Passo um:
Passar as vestes.
Passo dois:
Por que é tão difícil?
Esquenta e deixa liso,
mas não deixa disso, tá?
Calma,
Tenha paciência.
Eu desenrolo e ligo,
ligo os fios que me unem,
me unem ao outro lado da linha.
Coragem.
Approach.
Eu tenho e
já chego.
Por que é tão difícil?
Intimamente ligado,
como se preso estivesse.
Vinco, algodão.
Um número sem uma voz.
Algumas mensagens,
nada mais...
Convite...
Convite?
Convide!
Passo um:
Passar as vestes.
Passo dois:
Por que é tão difícil?
Esquenta e deixa liso,
mas não deixa disso, tá?
Calma,
Tenha paciência.
Eu desenrolo e ligo,
ligo os fios que me unem,
me unem ao outro lado da linha.
Coragem.
Approach.
Eu tenho e
já chego.
15.1.14
Como lembrar de você
Mesmo que
ainda não.
Aguardando aquele momento.
Nos altos momentos,
nos nem tão altos...
A incerteza do será.
A compensação por
nos igualarmos em pensamentos
e buscas por conhecimentos.
Livros, filmes e outros.
Sim, somos dois estranhos ainda.
Entre contrastes azuis, brancos e pretos,
você some e eu fico meio despedaçado,
quando encontro a sala vazia...
Não tá dando mais,
desse jeito vou ter um velho mundo novo.
Vou para casa, Você.
Assisto a um filme, Você.
Vou escrever, Você.
Vou desenhar Você.
Não sei quando aparecerá nesse contraste
azul celeste, branco gelo e sombra preta.
Mesmo para essa imagem,
um perfume e uma roupa
menos casual,
são o mínimo para te receber.
Aguardo então...
e não esquecer de mim?
Se lembrando de você
eu esqueço do mundo.
Me encontro no doce
sopro
imaginário em meu ouvido.
Realizo o
prazer de
estar
contigo, pensando no
como
seria...
Aguardando aquele momento.
Nos altos momentos,
nos nem tão altos...
A incerteza do será.
A compensação por
nos igualarmos em pensamentos
e buscas por conhecimentos.
Livros, filmes e outros.
Sim, somos dois estranhos ainda.
Entre contrastes azuis, brancos e pretos,
você some e eu fico meio despedaçado,
quando encontro a sala vazia...
Não tá dando mais,
desse jeito vou ter um velho mundo novo.
Vou para casa, Você.
Assisto a um filme, Você.
Vou escrever, Você.
Vou desenhar Você.
Não sei quando aparecerá nesse contraste
azul celeste, branco gelo e sombra preta.
Mesmo para essa imagem,
um perfume e uma roupa
menos casual,
são o mínimo para te receber.
Aguardo então...