28.8.04

"Quem olha para dentro, sonha
Quem olha para fora, desperta." (Carl G. Jung)

6.7.04

"Veja o que você vê, não o que alguém lhe diz que você vê. Olhe
diretamente para as coisas e para a vida, não através de alguma nuvem de
preconceitos, de uma cortina de medo, ou de uma interpretação de outra
pessoa. Ao invés de discutir, olhe". (Elbert Green Hubbard)

26.5.04

Parece que as coisas estão para mudar
já faz tempo que estou a estudar
uma nova forma para interpretar
as mudanças que a vida tem para me dar

14.4.04

Base
Silêncio
Incerteza
Pré-julgos
Infantilidade
Incapacidade
Tempestade
Indulgência
Escuridão
Mentira
Incerteza do mundo
Compatibilidade com tudo
Só não com A pessoa.

Confiança e harmonia,
Indivíduo e solidão,
O que dizer para o que não cremos?

Imensidão sem paixão,
Dúvidas sem questão.

3.3.04

Às vezes as aparências enganam
Às vezes as pessoas não são quem dizem ser
Muitas vezes as personalidades atrapalham
Conheço quem não me conhece
Quem é muito dado não me merece
Gosto de reservado
Prefiro o anonimato.

24.2.04

O silêncio, o oculto,
o dito, as palavras,
a falsidade, as mentiras.

Acreditar, ter fé
como se o que vemos não é o que queremos?

Só, solidão, solitário
somente, aquilo que já passou.

Nada, ninguém,
ninguém escapa de ser nada
ninguém escapa de nada se não
para sempre a solidão de um mundo que já acabou
e que nos reduziu a pó.
Por muito tempo o silêncio permaneceu, por longos caminhos a dor percorreu, nas idas e vindas dos corações perdidos, não só os corações se perderam como também algumas esperanças e muitos sonhos, as coisas que ficam em silêncio e as coisas que são faladas têm lados obscuros, têm fundos de verdades e palavras que são falsas, têm mentiras soltas e têm verdades escondidas, por muito tempo a boca se calará, por muito tempo o sol já não mais nascerá.

19.2.04

A primeira poesia, o começo pelo fim.

.......POESIA DA MORTE.......

Por que partes tão breve, vida leve?
Oh, vida inquieta
Por que foges assim tão desperta
Do peito de um poeta?

Custa ficar um pouco mais
Neste porto a que um dia chegaste
Tão meiga, e em meio a tanta paz?

Eu sei. Viste a grandeza do mar
E agora queres abandonar o cais.
Oh, vida inquieta,
Partes tão ansiosa!

Mas, como sempre descuidada,
Em teu jeito criança,
Sem juízo, estabanada,

Que deixas para trás
Nesse triste desenlace
Sua joia mais valiosa
Seu brilhante mais vibrante:
Uma lágrima em minha face.

Ainda posso vê-la
Antes que vista se embace.
Pois vai, vida bela.
Segue teu voo de flecha.

Obrigado pelo encanto, pela festa.
E perdoe-me por não dar meu adeus
De mão aberta.

Mas acredite, vida minha,
De mim já desconexa,
Mágoa não existe
Na palma desta mão que se fecha.

Por Kálido
Está aberto o meu primeiro blog e minha primeira experiência com blogs