Um quase país, uma quase população,
Na falta da educação uma falta de educação.
Bandeiras, camisas e faixas, mas uma vontade de morar no Exterior.
Suplica por aquela educação,
mas hoje não tem aula, quem joga é a Seleção.
Meu silêncio,
Que evita as certezas das brigas,
Expurga a nítida imagem
Onde um pai carrega o caixão
Com as mãos sujas se sangue.
Ainda brigo no ar,
Defendo minha vivência,
Minha existência.
Um futuro que não escrevi.
Apontando o lápis...
Para perfurar e reescrever,
Ou desenhar algo novo.
Mente qual seu veredito?
Sou o único a confiar na minha força,
Mente qual seu veredito?
Mente, qual seu veredito,
Mente qual é o veredito.
É o pulsante vácuo
Que preenche
Quando o sono
Desmorona sob seus músculos.
O vibrante tilintar
De sua voz,
Ecoando no vazio.
Presente do presente.
No esfregar de suas mãos
Em minha pele,
Sinto a presença
Da ausência.
O gosto pelo carinho,
Se compreendido,
É uma doação.
Atemporal.
A falta que faz,
Eminente desejo,
Percalço amargo
Do todo em torno.